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Educação
sexual a distância: especialização ao alcance de
todos os professores do Brasil A educação nunca foi tão debatida em termos de qualidade. Faltam recursos públicos, investimentos e apenas poucos professores têm acesso a informações que possam acrescentar algo a sua carreira. Hoje temos, de um lado, a geração 2000 que não quer mais ouvir só palestras sobre DSTs e prevenção da gravidez na adolescência; nossos jovens querem saber mais: o que exatamente se passa no coração, no corpo e na mente antes, durante e depois da relação sexual. Eles querem falar de sentimentos e sensações. Do outro lado estão os professores de Biologia e Ciências arcando sozinhos com a responsabilidade de lidar com as dúvidas que surgem em sala de aula, principalmente aquelas relativas à prática e ao prazer sexual. A atuação de educadores sexuais ou de profissionais de diversas áreas com formação em educação sexual vem crescendo desde 1996, quando a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional passou a sugerir que o tema sexualidade seja trabalhado nas escolas, inclusive transversalmente. Em 1997 a sexualidade ganhou importância de ordem legislativa e a educação sexual passou a ser obrigatória, pois o MEC aliou a preocupação sobre sexualidade à aprendizagem, tendo como meta preparar as pessoas de forma saudável e segura para o exercício da sexualidade. A falta de profissionais habilitados ainda é muito grande e a formação é necessária através de cursos de capacitação, especialização e de pós-graduação para que o educador possa atuar nessa área. Tal especialização pode ser feita por uma gama de profissionais, tais como os das áreas da saúde, educação, enfermagem, entre outros. A atuação em educação sexual vai desde ministrar aulas e/ou módulos até implantar projetos de educação local (em determinada escola), municipal, estadual ou federal e elaborar programas de televisão, rádio, etc. Cursos de Extensão
Universitária em Educação Sexual (CEUES) A parte educativa, na qual se faz necessária a presença física dos educandos, ficará concentrada em uma semana de atividades intensivas, desenroladas em local a ser determinado pelo INSTITUTO ISEXP, no sexto mês do curso, isto é, em janeiro ou julho do ano. Nesse intensivo são abordadas 40 horas-aula mais dinâmicas. Mais informações pelo site www.isexp.com.br ou pelo telefone (11) 4232.9121. |
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