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Relatórios
permitirão adaptar espaços externos da USP a deficientes
físicos O mapeamento das barreiras arquitetônicas que inviabilizam o acesso de deficientes físicos às áreas externas das unidades da USP está praticamente pronto. "Cerca de 90% do espaço já foi mapeado", diz Cláudia Pires, gerente do programa USP-Legal, criado para facilitar a inclusão de portadores de deficiência física ao ambiente universitário. Segundo ela, as principais barreiras encontradas pelos estagiários e bolsistas que mapearam o campus sob a orientação da arquiteta Maria Elisabete Lopes foram pisos soltos e irregulares, desníveis e a presença de vegetação no calçamento, além da ausência de vagas exclusivas para automóveis de deficientes. A partir disso, o USP-Legal elaborou um relatório, que está sendo enviado às unidades da USP. Esse material, esclarece Cláudia, "permitirá aos diretores requisitar à Prefeitura do Campus a adaptação do espaço externo aos portadores de deficiência". Com o mapeamento praticamente concluído, as obras de adaptação começam a ser feitas. Em alguns pontos do campus - como a Antiga Reitoria, a Escola Politécnica e a Escola de Comunicações e Artes - já se pode ver funcionários da universidade construindo rampas de acesso e adaptando vagas para deficientes nos estacionamentos. "Além disso, o trecho que vai do Portão 1 do campus até a Praça do Relógio já atende às necessidades de locomoção dos deficientes", revela a gerente do USP-Legal. Em outros campi, no entanto, os trabalhos de adaptação estão mais adiantados: "A USP de Pirassununga, por exemplo, que não possui nenhuma pessoa com deficiência entre seus alunos, professores e funcionários, é o campus mais adaptado, com boa parte das obras já realizada". Próximos
passos Apesar do trabalho que está sendo feito para viabilizar o acesso de deficientes nos campi, o USP-Legal não possui um levantamento de quantas pessoas portadoras de limitações físicas freqüentam a universidade. "Acreditamos esse tipo de contagem não é importante", diz Cláudia, "porque, mesmo se tivéssemos somente um aluno, professor ou funcionário com deficiência, seria nosso dever adaptar todo o ambiente universitário para que ele tenha pleno acesso." Mais informações: (11) 3091.2939 Fonte: Agência USP de Notícias - Tadeu Breda |
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