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Emprego
garante transformação da realidade social de jovens carentes Integrantes do programa Bom Aluno conquistam oportunidades no mercado de trabalho. A adoção do sistema de cotas para jovens carentes e afro-descendentes pela Universidade Federal do Paraná mostra a crescente preocupação com a formação dos estudantes das classes menos favorecidas. Pioneiro nesse campo, o programa Bom Aluno - que desde 1994 oferece a jovens que se destacam na escola pública a oportunidade de concluir seus estudos nas melhores instituições de ensino de Curitiba - vai além da graduação e tem como meta a inserção de seus integrantes no mercado de trabalho. Para isso, proporciona formação complementar que inclui cursos de Inglês, Espanhol e desenvolvimento pessoal. Fatores que ajudaram
a médica Fabiana Siroma, 24, a conquistar seu espaço A mesma transformação acontece com sua colega Amanda Caroline Dias, que aos 21 anos acaba de se formar em Administração pela PUC-Pr, já com emprego garantido. Escolhida em um processo seletivo para um estágio na Volvo do Brasil, em fevereiro de 2003, ela foi efetivada na empresa em meados de janeiro. "Comecei no setor de pós-venda e hoje trabalho na logística, no setor de reposição de peças para concessionárias", conta, lembrando da importância do Bom Aluno tanto em sua formação quanto na seleção para o emprego. "Considero que o mercado identifica nos integrantes do programa pessoas dedicadas e estudiosas. Meus colegas também têm conquistado bons empregos".
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