|
2005:
Ano Ibero-Americano da Leitura Na expectativa do Ano Ibero-Americano da Leitura coordenado pela OEI - Organização dos Estados Ibero-americanos, Unesco e Governo Federal junto a 21 países da Europa e Américas, educadores brasileiros se esforçam para emplacar ações que resultem num avanço à formação de um País de leitores. Nas escolas, há projetos para a inserção de alunos, professores e funcionários da esfera burocrática no mundo literário. Nas associações de bairros, a literatura é inserida através de parcerias entre empresas, que visem a formação e inserção do jovem de periferia no universo cultural e conseqüentemente, no mercado de trabalho. Na Favela de
Paraisópolis... Esses jovens pertencem à Comunidade Porto Seguro, que fica dentro da Favela de Paraisópolis, zona sul da capital. São 20 jovens que participam durante seis meses de oficinas semanais que os inserem num universo novo, rico e cheio de novas possibilidades. "Eles aprendem a apreciar o universo literário. Contamos histórias e ensinamos como contar. Damos suporte a essa formação. Os jovens mergulham no universo cultural, visitando museus, assistindo filmes, conhecendo pormenores da cidade onde vivem", conta a coordenadora pedagógica do Singularidades, Franciele Busico Barozzi. Segundo ela, os jovens também aprendem noções de desenvolvimento sustentável, meio ambiente, coleta seletiva e reciclagem, além de oficinas de jogos e brincadeiras e de postura no mundo do trabalho. Por ser uma Faculdade de Curso Normal Superior, que forma professores da educação infantil a 4a série do Ensino Fundamental, o Instituto Singularidades é uma instituição que respira a educação. Para a parceria em questão, os professores do POF são os próprios alunos universitários da faculdade, que contam com a supervisão de um educador e um auxílio financeiro fornecido pela FISESP para uma extensão universitária. Segundo a diretora e educadora do singularidades, Gisela Wajskop, "o contrato que firmamos junto a FISESP é denominado Pró-Bono (fazer o bem) e tem como objetivo, a formação de jovens cidadãos e sua inserção no universo cultural e mercado de trabalho.Ninguém ganha financeiramente com o projeto. Ganhamos cidadãos, aqui e acolá". |
|
|
|
|