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Segunda-feira, 25 de agosto de 2003. |
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A
delegação brasileira retorna com menção
honrosa da Olimpíada Internacional de Física.
O resultado foi marcado por uma surpreendente performance nas provas, colaborando para que o Brasil ficasse na melhor colocação entre os países ibero-americanos, empatando apenas com Cuba que já participa da competição desde a década de 70. Presenças
ilustres ressaltaram a importância desta atividade para a ciência.
O presidente de Taiwan, Chen Shui-Bian, o ministro da Educação,
Huang Jung-tsun, e o cientista, ganhador do Prêmio Nobel de Física
de 1976, Dr. Samuel Chao Chung Ting, prestigiaram o evento que aconteceu
de 02 a 11 de agosto. A conquista motiva a outra equipe brasileira, que viaja em setembro para disputar a Olimpíada Ibero-americana em Cuba. O histórico também favorece o País nesta disputa, já que em 2001 e 2002, todos os estudantes retornaram com medalha, totalizando em três de ouro, uma de prata e três de bronze. Diante dessa perspectiva positiva, os futuros representantes estão sendo definidos. Para 2004, os alunos, classificados na Olimpíada Brasileira de Física (OBF) de 2002, já iniciarão o treinamento da SBF que se estenderá por dois semestres. Visando aprimorar esta preparação, a Comissão da Olimpíada Brasileira está desenvolvendo uma nova metodologia. Utilizando os recursos da Internet e a vídeo-conferência, será possível treinar os estudantes de maneira uniforme, oferecendo os subsídios necessários aos diferentes estados da Federação. Nos meses a seguir serão realizadas a 2.º e 3.º fase da OBF 2003. Os melhores colocados participarão do processo seletivo que escolherá os membros das equipes para concorrerem as Olimpíadas Internacionais de 2005. Maiores informações pelo e-mail: fasique@uol.com.br. |
| Sexta-feira, 22 de agosto de 2003. |
| Escolas
indígenas paulistas terão autonomia e ensino diferenciado
As escolas das aldeias terão autonomia para assegurar a valorização de suas culturas, afirmação e manutenção da diversidade étnica. Professores índios ministrarão as aulas em Português e na língua indígena de cada comunidade. É isso o que dispõe a deliberação do Conselho Estadual da Educação publicada na página 52 do Diário Oficial de ontem (17). O Conselho também reconhece como escola indígena os estabelecimentos de educação básica, que funcionam em terras de reservas do Estado e definiu as normas para criar as instituições de ensino. O calendário escolar, conteúdos curriculares e uso de material didático-pedagógico serão definidos com a participação dos índios, que ficarão encarregados de ministrar as aulas nas escolas indígenas. O novo modelo educacional quer garantir atendimento escolar diferenciado e de acordo com as diretrizes estabelecidas pela comunidade indígena. "Nossas crianças vão ter um futuro melhor na escola da aldeia, porque poderão valorizar sua identidade. Não terão mais vergonha de ser índias, como eu tive com alguns professores, quando era obrigada a `aprender` que o nosso povo não gostava de trabalhar e, por isso, os brancos tiveram de trazer os negros escravos para cá. Na classe, tinha de ouvir que o índio era sujo e andava nu antes do Brasil ser descoberto", desabafa a professora Poty Porã da aldeia Guarani, do Jaraguá. Ela faz parte do primeiro grupo de professores formados. Os novos mestres fizeram o curso nas cidades do Guarujá, Bauru e capital e integram a primeira turma do Curso de Formação de Professores Indígenas para Educação Infantil e Ciclo I (1ª à 4ª séries do Ensino Fundamental). Os 19 índios das etnias Guarani, Tupi-Guarani, Kaiagang, Krenac e Terena começaram a dar aulas nas escolas indígenas no início do ano. Mais professores
índios Para a coordenadora do Núcleo de Educação Indígena da secretaria, professora Deusdith Bueno Velloso, a iniciativa deve melhorar a qualidade de atendimento aos alunos indígenas nas escolas criadas em reservas do Estado e possibilitar a preservação da cultura desses povos. "O projeto especial de formação de professor índio e de criação de escolas nas aldeias é pioneiro e representa um avanço para o alcance da cidadania dessas crianças. Antes, o direito à escola estava apenas no papel. O próximo passo será criar, em conjunto com a Faculdade de Educação da USP, o curso de nível superior." Predomínio
do Guarani Verificou também a existência de cinco etnias em São Paulo. A predominante é a Guarani, constituindo mais de 50%, seguida da Tupi-Guarani, Terena, Kaiagang e Krenac. Cerca de 85% das aldeias falavam Guarani e apenas 5%, Português. Pelos dados da Funai, no Brasil vivem 345 mil índios, distribuídos entre 215 sociedades indígenas, perfazendo aproximadamente 0,2% da população. Esses números consideram apenas aqueles residentes em aldeias. Estima-se haver entre 100 mil e 190 mil morando fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas. Há também indícios da existência de 53 grupos ainda não-contatados e outros reivindicando o reconhecimento de sua condição indígena. Segurança
e proteção cultural Elaborado com a participação dos índios, o curso também preparou os mestres para planejar as aulas de maneira pela qual a cultura de cada aldeia seja enfatizada. Eles criaram material pedagógico diferenciado e feito especificamente para a tribo. "Todo o conhecimento que recebi pretendo retornar à comunidade. Quero que as crianças possam transmitir a nossa cultura para as outras que virão. Sinto-me feliz fazendo esse trabalho", diz Poty. "Com a escola indígena, a cultura fica assegurada e protegida porque funciona dentro da aldeia e com educação bilíngüe. É isso que consideramos importante para nossas crianças. Quando saem da aldeia para a escola, elas aprendem a cultura branca e os seus valores. Na escola indígena vão valorizar a língua, os costumes e todo o universo cultural indígena. Nesse espaço, cada criança poderá se preparar para ser médico, advogado, o que quiser, sem deixar de ser índio." Escolas indígenas Claudeci Martins - Da Agência Imprensa Oficial |
| Quinta-feira, 21 de agosto de 2003. |
| Polêmica
chega ao fim O ministro da Educação, Cristovam Buarque, homologou a decisão da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação que põe fim à polêmica sobre a exigência de curso superior para os professores de Educação Infantil e das primeiras quatro séries do ensino fundamental. "Antes de mais nada, quero acabar com a angústia de quase 800 mil professores, que têm medo de perder o emprego por não ter formação superior", disse o ministro. A resolução do CNE deixa claro que, mesmo depois de 2006, será permitido o exercício da docência neste nível de ensino aos professores com nível médio na modalidade Normal, inclusive para ingresso na carreira. "É possível ser um bom professor sem ter nível superior", explicou o ministro, acrescentando que a dúvida vinha obrigando muitos professores a "gastar quase tudo que ganham para fazer cursos, muitas vezes em universidades que não correspondem às exigências de qualidade". Apesar de seguir a orientação do CNE, o ministro garantiu que o MEC vai continuar desenvolvendo ações visando à formação de professores da Educação Básica, como o Universidade Aberta, que vem sendo implementado pela Secretaria de Educação a Distância (Seed) do MEC, e o Programa de Formação Continuada de Professores, desenvolvido pela Secretaria de Educação Infantil e Fundamental (Seif) do MEC. Pelas novas regras do Financiamento Estudantil (Fies), têm preferência na concessão do financiamento os alunos de cursos de licenciatura e Pedagogia, carreiras próprias para as funções do Magistério. Segundo a secretária de Educação Infantil e Fundamental, Maria José Feres, a decisão leva em conta ainda que o artigo 62 de Lei de Diretrizes e Bases da Educação deixa clara a exigência de apenas o curso médio, na modalidade Normal, para o exercício do Magistério na Educação Infantil e nas primeiras quatro séries do ensino fundamental. "A questão da formação superior para estes professores está no artigo 87 das Disposições Transitórias, como uma meta a ser alcançada em 10 anos, e não como uma obrigatoriedade", explicou a secretária. Fonte: Assessoria de Imprensa do MEC |
| Quarta-feira, 20 de agosto de 2003. |
| Educação
divulga calendário para matrícula antecipada
Do dia 1.º ao dia 19 de setembro, todas as escolas estaduais e municipais de Ensino Fundamental e Médio se transformarão em postos de cadastramento para ingressantes na 1ª série. Os candidatos deverão ter sete anos completos ou a completar em 2004, e não freqüentarem pré-escola municipal. O mesmo prazo serve para a inscrição de crianças e adolescentes que se encontram "fora da escola", dentro da faixa etária de 8 anos completos até 18 anos (a completar no próximo ano) e candidatos a matrículas em qualquer série do Ensino Fundamental. O Programa de Matrícula Antecipada 2003 e a Chamada Escolar têm como meta universalizar a matrícula no Ensino Fundamental no Estado de São Paulo, por meio de planejamento antecipado de atendimento à demanda. Os pais dos estudantes da pré-escola municipal serão consultados previamente sobre o interesse em matricular seus filhos na 1.a série (Ciclo I), em uma escola pública estadual ou municipal em 2004, no prazo que vai de 18 de agosto a 19 de setembro. De setembro a novembro deste ano serão gerenciados dados de demanda e vagas, com responsabilidades compartilhadas entre Estado e municípios. Para efetuar o cadastro, os pais ou responsáveis dos alunos devem se dirigir a qualquer escola pública estadual ou municipal - Ensino Fundamental ou Médio - na região mais próxima de sua residência, com certidão de nascimento ou RG e comprovante de endereço. Da Agência Imprensa Oficial |
| Terça-feira, 19 de agosto de 2003. |
| Programa
Saúde da Família recebe mais investimentos Quem mora em São Paulo não precisa enfrentar filas de hospitais para tratar pequenos problemas de saúde e doenças simples. A população pode ser atendida em casa pelos agentes comunitários ou em unidades de saúde. O município recebeu R$ 8,329 milhões do Ministério da Saúde para ampliação do Programa Saúde da Família (PSF). O dinheiro vai servir para compra de veículos como ambulâncias, equipamentos médicos, odontológicos, de laboratório, aluguel de unidades de saúde e treinamento de agentes comunitários e equipes de saúde. Municípios de todas as regiões do Brasil vão receber repasse do Ministério da Saúde. Num primeiro momento serão investidos R$ 25 milhões em 96 cidades. O dinheiro faz parte do Projeto de Expansão e Consolidação do 'Saúde da Família' (Proesf). Desde 1994, o Programa Saúde da Família traz informação e qualidade de vida para as regiões mais carentes do país. O programa atinge 55 milhões de brasileiros em 90% do território nacional. Cada equipe do PSF conta com seis agentes comunitários, um médico de família, um enfermeiro e mais um auxiliar. Eles atendem na casa da própria família e em unidades básicas de saúde. Ou seja, mais conforto para a população e menos filas em hospitais. Existem hoje 16 mil equipes de saúde da família em todo Brasil. O Ministério da Saúde quer dobrar esse número. Se tudo der certo, no máximo em quatro anos o país vai ter 34 mil equipes. Elas vão levar saúde para vida de 100 milhões de brasileiros. Nos primeiros seis meses de 2003, algumas medidas foram tomadas para fortalecer a capacidade dos municípios em ampliar o PSF. Uma delas foi o investimento de mais R$ 430 milhões para ampliação do programa nas cidades. O recurso anual passou de R$ 1,3 bilhão para R$ 1,7 bilhões. Prorrogadas inscrições do Cursinho popular da USP 23 de agosto é a data limite para quem quiser se inscrever para as turmas semi de agosto do pré-vestibular Cursinho Popular dos Estudantes da Universidade de São Paulo (USP). São 100 vagas para os períodos da manhã, tarde ou noite, e também aos sábados. O intuito é atender estudantes de baixa renda, a fim de ajudá-los na tentativa de conquistar uma vaga nas universidades públicas. A mensalidade varia de R$50,00 a R$70,00, e há algumas bolsas integrais. As aulas são dadas nas dependências da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do Instituto Butantã. Interessados devem comparecer de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, ou aos sábados das 11h às 14h, à sede da associação, localizada no Crusp, bloco F, térreo/ sala 17, Cidade Universitária, Butantã. Leve RG e duas fotos 3X4. Projeto para capacitação de diretores de escolas públicas é lançado em São Paulo O IGE - Instituto Gestão Educacional - lançou no início do mês o projeto "Gestão para o Sucesso Escolar". Formatado como um curso de extensão universitária, o programa atingirá 200 diretores de escolas públicas dos estados de São Paulo e de Santa Catarina selecionados entre os administradores de unidades com, no mínimo, 250 alunos. Os escolhidos passarão a contar com acompanhamento e apoio sistemático do IGE. O objetivo do projeto é auxiliar os diretores para que eles mobilizem suas comunidades, ratifiquem seu posicionamento como líderes e promovam a melhoria das condições de ensino, ampliando a efetividade dos processos de gestão das escolas. Na fase inicial, o projeto receberá investimentos de cerca de R$1 milhão. A decisão do IGE de apoiar o programa deriva da importância da gestão e da participação de líderes na melhoria do sistema educacional. "Casos no Brasil e no mundo mostram que as unidades de ensino que têm administradores focados num projeto e mobilizados em torno de objetivos conseguem melhorar seus resultados com maior efetividade", explica Rose Neubauer, diretora-presidente do Protagonistés - Instituto de Protagonismo Jovem e Educação -, responsável pela concepção e operação do projeto. O projeto "Gestão para o Sucesso Escolar" visa também fortalecer a auto-imagem dos diretores das escolas públicas, alunos e professores. "Por meio do programa, queremos destacar que, com sua participação, as lideranças são capazes de provocar melhores resultados no aprendizado dos alunos, no trabalho em equipe e na tomada de decisão", explica Rose, "isso tem efeitos importantes na auto-imagem dos envolvidos." Inscrição Fonte: Máquina da Notíci |
| Segunda-feira, 18 de agosto de 2003. |
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Projeto para reintegração social de portadores de transtornos mentais através do trabalho é inaugurado em Guarulhos Dia 19 de Agosto, às 10h30min, acontece a inauguração do Projeto TEAR - Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, em Guarulhos, à rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 80 - Vila Moreira. O Projeto TEAR é fruto da parceria entre a prefeitura de Guarulhos, a Pfizer, o Hospital Dr. Cândido Ferreira e a Associação Cornélia Vlieg, unindo o poder público, a iniciativa privada e o terceiro setor para a realização deste projeto social. O TEAR beneficiará os usuários dos serviços de saúde mental do município de Guarulhos e seus familiares. FNDE promove encontro sobre livro didático e biblioteca da escola O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, autarquia que financia e coordena o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), realizou no início deste mês o 7º Encontro Nacional dos programas PNLD e PNBE, reunindo os principais parceiros na execução dos programas, entre eles a Secretaria de Ensino Fundamental, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Durante três dias foram discutidos temas como a relação entre o quantitativo de livros e o censo escolar, o relacionamento entre as instituições envolvidas nos programas do livro e também campanhas quanto ao seu prazo de durabilidade e a conservação nas escolas. Programas - O Programa Nacional Biblioteca da Escola distribui obras a alunos e professores das escolas públicas do ensino fundamental com a intenção de estimular o hábito da leitura e fortalecer o processo de aprendizagem. Este ano o programa foi ampliado para alunos até a 8ª série e para os que freqüentam os cursos de educação supletiva. Além das coleções de livros de ficção-prosa, ficção-poesia, teatro, antologias e obras de referência, foram distribuídos este ano 928,7 mil atlas geográficos escolares para 3,4 milhões de alunos da 5ª à 8ª séries, fruto de um convênio firmado entre o Ministério da Educação e o IBGE. Este ano foram investidos no PNBE R$ 19,8 milhões para atender a 126 mil escolas. A estimativa para 2004 é de que sejam beneficiadas 153 mil escolas, com recursos de R$ 44 milhões. Já o Programa Nacional do Livro Didático cobre todas as escolas públicas do país e tem por princípio que a escolha do livro seja feita de forma democrática, pelos professores que os terão como principal instrumento de trabalho. O FNDE distribui a cada ano um Guia de Livros, com resenhas dos títulos de cada disciplina do ensino fundamental. A escolha pode ser feita pela internet, num sistema que se aperfeiçoa a cada ano. A previsão para 2004 é distribuir 120 milhões de livros e dicionários para mais de 32 milhões de alunos. Os recursos para tanto são de R$ 550 milhões, o que coloca o FNDE como o maior comprador do mercado editorial brasileiro. Fonte: Assessoria de Imprensa do MEC Enem à vistaAproximadamente 1 milhão e meio de estudantes de todo o país devem fazer o Enem no próximo dia 31 de agosto. O último Exame mostrou a grande diferença que existe entre as escolas privadas e públicas, mas em geral a média foi baixa. Entre os estudantes da escola pública, somente 0,7% teve desempenho de bom a excelente, enquanto entre os alunos das escolas particulares essa avaliação foi alcançada por 9,2%. Várias são as justificativas para o problema, desde a baixa escolaridade dos pais de alunos da rede pública até a complexidade das questões apresentadas no Enem. Fato é que o problema existe e os próprios estudantes estão insatisfeitos. Os da escola pública reclamam da má qualidade da educação e da falta de dedicação dos professores, e os da escola privada da excessiva ênfase dada ao vestibular. |
| Sexta-feira, 15 de agosto de 2003. |
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Recicle
um sorriso MEC
lança programa de valorização do professor O Probeem pretende estimular a inclusão digital e a construção de redes de educadores para intercâmbio de experiências, comunicação e produção coletiva de conhecimento. Já o Prêmio Grupo Ciência vai selecionar 27 equipes de professores, um por estado, e três equipes de professores de todo o País que desenvolvam projetos na área de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. A Revista do Ensino Médio é uma exigência antiga, que atende a necessidades da Educação Média tais como a criação de uma rede de comunicação e apoio entre as escolas, para troca de práticas pedagógicas e subsídio à formação continuada dos professores. A revista é bimestral, tem tiragem de 450.000 exemplares e é distribuída gratuitamente em todas as escolas de ensino médio do País, além de instituições educacionais, universidades e entidades acadêmicas. A revista encontra-se também disponível na página da Semtec. Fonte: Assessoria de Imprensa do MEC Cinema
brasileiro pode ser incluído na Escola Ideal O Cinema em Movimento tem sido exibido nos circuitos comunitário e universitário em todos os estados. Os organizadores capacitam agentes nas comunidades, que recebem um vídeo e um projetor. Foram exibidos filmes como Cidade de Deus, Amores Possíveis e Deus é Brasileiro. As sessões são acompanhadas de debates e questionários respondidos pelos espectadores". Fonte:
Assessoria de Imprensa do MEC
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| Quinta-feira, 14 de agosto de 2003. |
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2004
deverá ser o Ano do Magisério Confirmações
das inscrições para o Enem vão ser enviadas às
escolas Projeto
de graduação a distância para professores descumpre
metas
Criado há três anos com o objetivo de formar 600 mil professores até 2007 em cursos de ensino a distância, a Unirede, consórcio composto por 74 universidades públicas, não tem conseguido atingir suas metas. Desde quando foi lançado, disponibilizou apenas 13 mil vagas de graduação. Tentando encontrar novos caminhos de ação, a Associação entregou no dia 13 de agosto, um novo planejamento estratégico a ser executado nos próximos anos. A rede nasceu de uma preocupação dos reitores das universidades federais com a Lei de Diretrizes e Bases para a Educação (LDB), aprovada em 1996. Para se adequar às novas leis, aproximadamente um milhão de professores precisariam, na época, procurar um curso de graduação em licenciatura. Para os reitores das universidades, a rede de ensino superior não suportaria essa demanda. Neste mês, o Ministério da Educação aprovou um parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) que permite que 773 mil professores da educação infantil e das primeiras quatro séries do ensino fundamental exerçam suas funções sem a necessidade de diploma universitário. Eles representam 72% dos docentes desse nível de ensino. Apenas em 2002 foram abertas as primeiras 13 mil vagas de licenciatura - segundo o projeto inicial, 100 mil pessoas deveriam ser atendidas em 2001. |
| Terça-feira, 12 de agosto de 2003. |
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Publicidade
pelo ECA Exame
Nacional do Ensino Médio está marcado para 31 de agosto
Curso
Normal a distância Governo
assina acordo para combater uso de drogas |
| Quinta-feira, 07 de agosto de 2003. |
| Presidente
sanciona lei do transporte escolar O presidente da república sancionou a lei que atribui aos estados a responsabilidade pelo transporte dos alunos das redes estaduais, cabendo aos municípios, a partir de agora, apenas o transporte dos alunos das redes municipais. A regulamentação do transporte escolar representa o atendimento de mais uma das reivindicações dos prefeitos na VI Marcha dos Prefeitos a Brasília, em março deste ano. A regulamentação do transporte escolar equaciona um problema antigo, agravado nos estados que tinham municípios de grande extensão territorial e muitos alunos localizados em zonas rurais. Sem receber dos governos estaduais a compensação pelos alunos da rede estadual transportados, muitos municípios chegavam a interromper o serviço aos alunos, alegando falta de recursos. Também foi
sancionada a lei que cria o auxílio reabilitação
psicossocial para portadores de transtornos mentais e a que traz modificações
ao Imposto sobre Serviços (ISS). Fonte: Assessoria de Imprensa do MEC Aumenta
o número de adolescentes grávidas no Brasil Prorrogado
prazo para reconhecimento de curso superiores Material
pesado demais |
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