Projeto Guri, madrigal Sempre em Canto e Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo em O Grande Circo Místico

Serão duas apresentações gratuitas do espetáculo O GRANDE CIRCO MÍSTICO no Auditório Simon Bolívar, do Memorial da América Latina: a primeira no dia 22 de outubro (sábado), às 21 horas, e a segunda, no dia 23 (domingo), às 19 horas.

As músicas serão interpretadas pela Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, sob a regência da maestrina Mônica Giardini, e contará com as vozes juvenis do Coral do Projeto Guri e do madrigal Sempre Em Canto, regidos por Regina Kinjo. Para esta apresentação, o Projeto Guri reuniu 75 integrantes do Pólo de Osasco, e os 70 músicos da Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, que tocarão instrumentos de sopro, tais como flauta, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone, tuba e bombardino, percussão e contrabaixo acústico.

A temática do espetáculo é exclusivamente circense e terá abertura com a obra Trapezzi Circus Suíte, do compositor húngaro Frigyes Hidas. Na seqüência, serão cantadas as músicas compostas, em 1982, por Chico Buarque de Holanda e Edu Lobo para o Ballet Teatro Guaíra. O repertório mostra a magia e a ciência dos artistas de circo em músicas como Beatriz, Valsa dos Clowns, Opereta do Casamento, História de Lily Braun, Oremus, Meu Namorado, Ciranda da Bailarina, Sobre Todas as Coisas, O Tatuador, A Bela e a Fera, O Circo Místico e Na Carreira.

O Projeto Guri foi especialmente convidado a participar deste espetáculo em função das Comemorações dos 10 anos de trabalho pela inclusão social de jovens, por meio do ensino da música, e também por ser o mês dedicado às crianças. Com esta parceria, remontam a história originária do poema escrito em 1938, "O Grande Circo Místico", do alagoano Jorge de Lima, publicado no livro "A Túnica Inconsútil". O poema, baseado na vida da dinastia dos Knie, conta a história do amor entre um aristocrata, Fréderic Knieps (que, por vontade de sua família, seguiria carreira na Medicina) e uma acrobata, a equilibrista Agnes. Movidos por este sentimento passional, fundaram o Circo dos Knieps. Fréderic Knieps largou a profissão de médico para tornar-se funambulista. Dentro da vida artística, os personagens vivem diversas situações, numa trama que envolve paixão, amor, ódio e aventura.

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